— Machado de Assis
domingo, 23 de dezembro de 2012

❝ Bem que existe no mundo, aqui e ali, uma espécie de continuação do amor, na qual a cobiçosa ânsia que duas pessoas têm uma pela outra deu lugar a um novo desejo e cobiça, a uma elevada sede conjunta de um ideal acima delas: mas quem conhece tal amor? Quem o experimentou? Seu verdadeiro nome é amizade. ❞
— Friedrich Nietzsche, 100 aforismos sobre o amor e a morte.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Fim
ou início de ano, um dia separa tudo. Não é tão diferente e renovador
como as propagandas na televisão fazem ser. Eu nã vou comprar aquele
carro e nem aquela televisão porque a minha vida não é aquele comercial.
Muito menos porque o mundo vai acabar agora ou algum dia. É tudo
bobagem, a gente muda menos a cada aniversário que faz e vai
enferrujando feito máquina velha. Fins e começos nunca tiveram tempos
exatos por aqui.
Camila Costa
Velhas amizades, virando novos desconhecidos.
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sábado, 15 de dezembro de 2012
“A sua infelicidade com a solidão: não se deriva
ela, em parte, das comparações? Você compara a cena de você, só, na
casa vazia, com a cena (fantasiada ) dos outros, em celebrações cheias
de risos… Essa comparação é destrutiva porque nasce da inveja. Sofra a
dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode
nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é
verdadeira.
Mas essa conversa não acabou: vou falar depois sobre os companheiros que fazem minha solidão feliz.”
Mas essa conversa não acabou: vou falar depois sobre os companheiros que fazem minha solidão feliz.”
— |
Rubem Alves |
sábado, 8 de dezembro de 2012
Das cartas
Me escondo no texto e escancaro você. Para te dizer palavras
repetidas. Para te arrancar um meio sorriso. Para te ver parando no tempo
e me lendo, relendo e concluindo. Te ver nunca foi um passatempo, mas
te escrever sempre foi um grande grito de quem corre contra o tempo.
Você sorri, dá a volta em si, limpa os dentes com a língua e mesmo assim parece não pensar nada. Tua cabeça me prende, mas acho que nunca te prendeu. Você não tem laços e eu nunca soube enfeitar presentes. Você talvez precise de mim sem saber. Eu talvez não saiba te ajudar mesmo querendo. A culpa não dorme… E se fosse eu quem tirasse o pó da sua alegria?
Você passa enquanto eu fico. De relance, me olha. De costas, me esquece. Pois me levar na bagagem nunca foi alternativa, acertei? Acertei.
Para te dizer palavras repetidas… Eu penso tanto, tanto, tanto no que jamais você pensou.
Camila A.
Você sorri, dá a volta em si, limpa os dentes com a língua e mesmo assim parece não pensar nada. Tua cabeça me prende, mas acho que nunca te prendeu. Você não tem laços e eu nunca soube enfeitar presentes. Você talvez precise de mim sem saber. Eu talvez não saiba te ajudar mesmo querendo. A culpa não dorme… E se fosse eu quem tirasse o pó da sua alegria?
Você passa enquanto eu fico. De relance, me olha. De costas, me esquece. Pois me levar na bagagem nunca foi alternativa, acertei? Acertei.
Para te dizer palavras repetidas… Eu penso tanto, tanto, tanto no que jamais você pensou.
Camila A.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Bem o que ando sentindo
“Se eu pudesse usar uma metáfora, diria que abriram a porta do meu coração e tudo que tinha de bom saiu voando.”
— Tati Bernardi.
— Tati Bernardi.
sábado, 1 de dezembro de 2012
To be hurt, to feel lost
To be left out in the dark To be kicked when you're down
To feel like you've been pushed around
To be left out in the dark To be kicked when you're down
To feel like you've been pushed around
Welcome to my life-Simple plan
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