Me diga quanto tempo ainda me resta
Explique o que você quer nos mínimos detalhes
São tantas cobranças que nem consigo dormir
sinto-me impedida e frustrada novamente
sinto que estou quebrando,virando cacos
Será que realmente posso ou estou mentindo pra mim como todos os outros?
Eu só sinto pressão me prendendo, pressão por todos os lados, perto demais
Seria melhor se o amor não me pressionasse.Agora estou a ponto de perder a esperança
São todos tão pessimistas ,todos pressionam para o chão mais não posso demonstrar fraqueza.
Por todos os dias que espero encontrar conforto na minha casa mas lá é onde tenho mais pressões, não é tão aconchegante o que chamo de lar.
Coisas que eu nunca quis saber me pressionam pra seguir e me deixam no caminho sozinha me impedindo com suas barreiras.E eu sofro pra me encaixar nesse moo de vida capitalista.
Pressionada pra fazer e ser como os meus pais querem ,como a sociedade quer...Pressão dos meus amigos...Seria melhor se eu não amasse.
E não levasse as pressões em conta
Seria melhor se eu não me pressionasse tanto...
Nessa busca pela perfeição já perdi meu coração e meus cabelos não aguentam mais anta preocupação.Meus nervos a flor da pele e a ansiedade não me deixa prosseguir
Seria melhor se eu não me pressionasse tanto
domingo, 15 de fevereiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
Mais uma história do coração
E lá vai ela de novo se deixando levar por olhos brilhantes, caindo em tentação e o coração a domina outra vez e no fim é sempre a mesma historia:
Ela é uma garota feita de sonhos
Ele é um garoto cheio de desejos
Ela busca um companheiro
Ele quer viver de beijos
Uma menina romântica que vive entre ursos de pelúcia
Um menino livre que vive de festa em festa
Poderiam ser mais diferentes?
Ele acha que ela é um anjo, uma princesa
Ela o acha o mais gato, com seu corpo todo sarado
Uma garota meio nerd que ama estudar
Ele assistia alguma aula?
Seus olhares sempre quando se encontravam faziam nascer sorrisos e desejos
Seus corpos quando se tocavam sentiam um calor e a vontade de um beijo
Quando se falavam silenciavam seus sentimentos
Mas ciúmes, intrigas, medos e o tempo os separaram na verdade junto nunca ficaram. Mas cada momento de paixão ainda está vivo naqueles corações
Essa historia os ensinou não se sabe se ela já acabou
Mas a menina continuou no seu caminho, ele segui uma nova estrada, ambos sozinhos
Ela em seus sonhos, ele em suas festas
E o que os resta são lembranças
Suas cabeças ainda estão no espaço. Será que seus rostos bonitos previram isso?
Ela é uma garota feita de sonhos
Ele é um garoto cheio de desejos
Ela busca um companheiro
Ele quer viver de beijos
Uma menina romântica que vive entre ursos de pelúcia
Um menino livre que vive de festa em festa
Poderiam ser mais diferentes?
Ele acha que ela é um anjo, uma princesa
Ela o acha o mais gato, com seu corpo todo sarado
Uma garota meio nerd que ama estudar
Ele assistia alguma aula?
Seus olhares sempre quando se encontravam faziam nascer sorrisos e desejos
Seus corpos quando se tocavam sentiam um calor e a vontade de um beijo
Quando se falavam silenciavam seus sentimentos
Mas ciúmes, intrigas, medos e o tempo os separaram na verdade junto nunca ficaram. Mas cada momento de paixão ainda está vivo naqueles corações
Essa historia os ensinou não se sabe se ela já acabou
Mas a menina continuou no seu caminho, ele segui uma nova estrada, ambos sozinhos
Ela em seus sonhos, ele em suas festas
E o que os resta são lembranças
Suas cabeças ainda estão no espaço. Será que seus rostos bonitos previram isso?
Recomeçando- ajustar a vida
Olho ao meu redor
Através das lágrimas
Só depende de mim
A vida não vai esperar eu me recompor.
Mas ainda vou pra cama todas as noites me perguntando o que fiz de errado, como interpretei mal, quando vou esquecer?
Meus ursinhos não sabem responder, eles só ficam sorrindo tentando me acalentar. Aperto-os ao abraçá-los pra não enlouquecer mais uma vez.
Enquanto eu ficar só olhando o passado e viver de sonho em sonho alimentando cada esperança ficarei sujeita a sofrer. Cansei de esperar e da compaixão
Minha emoção ainda não foi selada, só que aquilo não era minha única inspiração. Já chega todos os momentos que por isso desperdicei agora vou atrás do meu futuro, adiar as coisas e dar desculpas só me faz vitima do passado.
Tenho que tapar esse buraco e fazer essas trevas se dissiparem. Porque cada dia desperdiçado por causa de oportunidades perdidas acordo arrependida, mas só depende de mim remorso não vai mudar nada.
Chega disso! Está na hora de dar adeus as coisas que me perturbam e não deixar que elas venham mais me assombrar.
Através das lágrimas
Só depende de mim
A vida não vai esperar eu me recompor.
Mas ainda vou pra cama todas as noites me perguntando o que fiz de errado, como interpretei mal, quando vou esquecer?
Meus ursinhos não sabem responder, eles só ficam sorrindo tentando me acalentar. Aperto-os ao abraçá-los pra não enlouquecer mais uma vez.
Enquanto eu ficar só olhando o passado e viver de sonho em sonho alimentando cada esperança ficarei sujeita a sofrer. Cansei de esperar e da compaixão
Minha emoção ainda não foi selada, só que aquilo não era minha única inspiração. Já chega todos os momentos que por isso desperdicei agora vou atrás do meu futuro, adiar as coisas e dar desculpas só me faz vitima do passado.
Tenho que tapar esse buraco e fazer essas trevas se dissiparem. Porque cada dia desperdiçado por causa de oportunidades perdidas acordo arrependida, mas só depende de mim remorso não vai mudar nada.
Chega disso! Está na hora de dar adeus as coisas que me perturbam e não deixar que elas venham mais me assombrar.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Brincando comigo
Eu estava no meu quarto, no meu lugar
Com minhas coisas, preciosamente minhas
Coloridas, preto e branco, esfumaçados
Coisas de diferentes gostos, que não combinam e brigam por seu espaço no meio do desarrumado
Olhando pra aquilo eu era um enigma, uma interrogação um mistério
Que coisa louca eu “tou” à toa
Eu “tava” brincando, que coisa boa, quanta graça
Descobrindo-me por acaso, eu era tudo, não era nada.
Olhei no espelho:
Olhos indígenas olharam de volta,
Nariz tipicamente africano, sorriso metálico,
Pele cor de jambo,
Cabelo” enrondulado”
Ombros de uma nadadora,
Braços de lavadeira,
Mãos de princesa,
Pernas de jogadora de futebol,
Pequena como uma oriental,
Com bunda de mulata,
Pé chato de português...
Era alguma historia, não conseguia ler aquela historia,
Parecia uma imensa bobagem, mas não era não
Eu não conseguia juntar as peças
Mas aquilo me importava e como.
Abri o guarda roupa:
Aquilo era alegria, era hippie, era triste
Black, Pink, lilás, floral, estampado, cheio de babados
Eram roupas infantis com desenhos estranhos e na contra mão roupas de trabalho delicado
Roupas curtas e longas
Roupas loucas, dos anos 80, fantasias, de danças
Roupas com frase de esperança
Roupas simples e sofisticadas
Roupa esporte, social, básica
Era engraçado, era confuso e eu continuava com a dúvida ainda não conseguia me decifrar.
Eu meditei, orei, rezei completamente crente de que descobriria algo, teria alguma “visão”
Era totalmente misturado, era sertanejo, era romântica, era emo, gótico, punk, básica, moderna, clássica... O que eu era?
Seria pop ou rock? Comédia ou terror?
Era tudo do nada
Era fantasia, era real
Prosa e poesia, letra e melodia, noite e dia
Labirinto sem saída, eu era a saída à luz no fim do túnel
Mas eu via a mulher frágil, amenina forte, a jovem na escuridão com sua cruz
Via o invisível aos olhos
Bonecas conversavam com os livros e os discos coisas surpreendentes, erradas, davam respostas que o mesmo signo, ascendente e lua que eu leio são apenas uma em mil possibilidades que eu posso ser uma possível entre as impossíveis
Das 1001 maneiras que eu venho a ser nenhuma delas deixa de ser eu
Com minhas coisas, preciosamente minhas
Coloridas, preto e branco, esfumaçados
Coisas de diferentes gostos, que não combinam e brigam por seu espaço no meio do desarrumado
Olhando pra aquilo eu era um enigma, uma interrogação um mistério
Que coisa louca eu “tou” à toa
Eu “tava” brincando, que coisa boa, quanta graça
Descobrindo-me por acaso, eu era tudo, não era nada.
Olhei no espelho:
Olhos indígenas olharam de volta,
Nariz tipicamente africano, sorriso metálico,
Pele cor de jambo,
Cabelo” enrondulado”
Ombros de uma nadadora,
Braços de lavadeira,
Mãos de princesa,
Pernas de jogadora de futebol,
Pequena como uma oriental,
Com bunda de mulata,
Pé chato de português...
Era alguma historia, não conseguia ler aquela historia,
Parecia uma imensa bobagem, mas não era não
Eu não conseguia juntar as peças
Mas aquilo me importava e como.
Abri o guarda roupa:
Aquilo era alegria, era hippie, era triste
Black, Pink, lilás, floral, estampado, cheio de babados
Eram roupas infantis com desenhos estranhos e na contra mão roupas de trabalho delicado
Roupas curtas e longas
Roupas loucas, dos anos 80, fantasias, de danças
Roupas com frase de esperança
Roupas simples e sofisticadas
Roupa esporte, social, básica
Era engraçado, era confuso e eu continuava com a dúvida ainda não conseguia me decifrar.
Eu meditei, orei, rezei completamente crente de que descobriria algo, teria alguma “visão”
Era totalmente misturado, era sertanejo, era romântica, era emo, gótico, punk, básica, moderna, clássica... O que eu era?
Seria pop ou rock? Comédia ou terror?
Era tudo do nada
Era fantasia, era real
Prosa e poesia, letra e melodia, noite e dia
Labirinto sem saída, eu era a saída à luz no fim do túnel
Mas eu via a mulher frágil, amenina forte, a jovem na escuridão com sua cruz
Via o invisível aos olhos
Bonecas conversavam com os livros e os discos coisas surpreendentes, erradas, davam respostas que o mesmo signo, ascendente e lua que eu leio são apenas uma em mil possibilidades que eu posso ser uma possível entre as impossíveis
Das 1001 maneiras que eu venho a ser nenhuma delas deixa de ser eu
Fechada para o amor
Não preciso de toda a dor que ele causa de novo
Uma, duas vezes já foi o suficiente
Na verdade demais pra mim
Tanto sofrimento em vão O tempo passa e congela o coração
Mas quando olhei em seus olhos me derreti
E todo mundo acha que eu pirei e eu nem ligo, Mas meu coração está ferido
Veias entupidas de medo
Você levou isso embora
Mas eu continuo sangrando em dúvidas
O objetivo era não me apaixonar
Mas com seu abraço achei algo verdadeiro Nesse mundo de solidão
Levo essas cicatrizes expostas
E todos vêem e dizem que estou louca
Talvez,talvez... tá com certeza
Você está drenando tudo de mim Com cada beijo
Apesar de ser difícil acreditar
Esperança
Quando todos me abandonam e fico sentada lado a lado com a solidão
E tudo parece estar do avesso
Aquele vento norte insiste em soprar
E não consigo controlar a vontade de chorar
Nuvens negras pairam sobre a minha cabeça
Quando todas as verdades se tornam falsas
Ainda me resta a esperança
Almejo e desejo este bem
De um sol com arco-íris
E a primavera vindo logo
Porque tudo o que eu preciso está comigo.
Não me culpe por ser esperançosa, mas não posso desistir jamais
Mesmo que pareça não ter alternativas, respostas eu sei que a esperança não vai me deixar
Ela vai continuar como uma vela no topo do mundo
Acesa, brilhando tonta
Conversando com Deus
Ano passado
E agora estou sem direção,
Praticamente perdida
Sem norte nem sul
Num lugar onde o céu nem é azul
Porque ano passado:
Estava indo direto para o paraíso, mas comecei a marchar na direção oposta
Era o melhor dos tempos ou o pior dos tempos?
Era o inicio do ensino médio, período de amadurecimento.
Era o momento de ser tola.
Era a idade da sabedoria e da insensatez.
Época de crença e incredulidade
Estação de luzes cheias de trevas.
Primaveras de grandes esperanças, invernos de muitos desesperos
Tinha tudo na minha frente e de repente não tinha mais nada diante de mim
Foram épocas de brigas e tentativas de aceitação
Primavera de um novo amor, inverno do desapontamento
Curiosidades que quase mataram a “gata” cheia de novidades
Tempo de reencontros e novas amizades
A era de uma Mila confusa “eu tinha um amor novo eu não tinha um novo amor”
Idas e vindas com o príncipe dos velhos contos
Estava indo direto para o romance indo direto pra casa, sozinha
Época de levar minhas loucuras as últimas conseqüências
Era o verão da coragem, o outono da timidez
Uma era apaixonada
Um tempo de fugas e de grandes responsabilidades
Primavera de diversão, inverno de solidão
Outono de dúvidas e medos roubando horas de sono
Verão de descobertas do eu interior
Época de coincidências
Era da magia e do medo
Escudos e espadas
Brincadeiras da criança interior
Vitórias e derrotas
Certeza nos olhares incerteza no futuro
Insanidade, ding dong
Pensar cansei disso
Vamos ver o que reserva a vida para essa garota louca cheia de contradições
“Felicidade dura pouco
Poesia
Ai, ai... ”
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